É tempo de celebrar. Fortaleza faz 300 anos nesta segunda-feira, 13 de abril. E não dá pra falar da capital cearense sem destacar a sua gastronomia. Nos mercados, praças, restaurantes, nas vendas de calçadas, histórias são contados por meios de mãos talentosas que criam sabores irresistíveis.
Do litoral ao sertão, os pratos perpassam tradição e costumes, cultura e identificação de um povo. Tem a panelada, forte, marcante e cheia de tradição. Ela é resistência e símbolo da culinária sertaneja que tanto diz sobre a capital da Terra da Luz.



A tapioca, simples e perfeita, do café da manhã ao lanche da tarde, também reflete a herança que a cozinha fortalezense guarda. O pratinho, um clássico das noites fortalezenses, e que ocupa as praças e calçadas da capital, é também protagonista.
LEIA TAMBÉM: Fortaleza 300 anos: as comidas que são a cara da capital cearense
Não dá para esquecer o caldo de mocotó, aquele abraço quente em forma de comida e que dá sustância para começar bem o dia. O peixe frito, acompanhado daquele baião de dois tão amado e que a cidade não vive sem.



A mariscada, cheia de riqueza e frescor do litoral. E o que falar da buchada? Tradição que atravessa gerações. Essas e tantas outras comidas fazem parte da nossa cultura alimentar e nos identificam.
São 300 anos de história, cultura e sabores únicos. E por aqui, você descobre com a gente os sabores da nossa cidade.